Quarta-feira, Setembro 29

Receita de massa de pizza integral

Da nossa querida Heleninha...

Vc pediu uma receita de pizza integral. A receita não é mas já fiz e deu certo... Leva 15 min para fazer e 1 h para descansar. Pode ser congelada e vc terá massa de pizza feita em casa sempre que quiser!

1 xíc água morna (cerca de 40oC)
1/4 colher de chá de açúcar granulado
1 colher de sopa de fermento para pão (Fleischmann)
4 colheres de chá de azeite de oliva
2 xíc de farinha (é aqui que entra a integral! eu divido meio a meio com farinha branca)
1/2 colher de chá de sal
1 a 2 colher de sopa de farinha

Esquente a água e dissolva o açúcar nela. Polvilhe por cima o fermento, não mexa!, e deixe descansando por uns 10 min. Depois deste tempo, acrescente o azeite e mexa até que se misture.

Coloque as duas xícaras de farinha e o sal em um processador com a lâmina de metal. Misture usando o pulsar do processador e, aos poucos, vá jogando a mistura do fermento. Aos poucos tb, acrescente as duas colheres de sopa de farinha, até a massa formar uma bola.

Jogue a massa em uma superfície polvilhada com farinha e amasse-a com as mãos por pelo menos 2 min. Faça uma bola, coloque em uma bacia untada e deixe descansar por 1 hora ou até dobrar de volume em lugar quente, coberta com papel manteiga untado e uma toalha molhada.

Se vc não for usar imediatamente, guarde-a em um saco e coloque na geladeira por até 3 dias, ou congele. Dá para 2 pizzas ou 8 calzones. Dependendo da espessura da pizza, ela levará de 8 a 15 min para assar em forno quente (a receita é em inglês e fala em 475 F).

Meu pai costuma assar a massa sem recheio primeiro, por uns 12 min em forno BEM quente. Só então, com a massa pré cozida, ele coloca o recheio e leva ao forno muito quente por mais 12 min.

bom apetite!
bjs,
Helena

Quinta-feira, Setembro 9

Forno Solar

Gente,

Importantíssimo para quem trabalha com comunidades carentes...

Fornos solares para cozimento de alimentos!!!

Não deixem de ver é muito simples e barato.... alimentos como arroz, feijão e outros que consomem muito gás, podem ser cozidos em três horas no sol...

Vejam com carinho, pode ser que alguém que vocês conheçam precise...

http://solarcooking.org/solarcooking-faq-port.htm

Mil beijos,

Cristiano

Buchas e Descanso Prato - RJ

Gente,

Na loja da Pça da República, 90 (RJ), encontrei descanço para pratos feitos de palha por R$ 1,00!!!

Vejam só:


Lá também encontramos buchas por R$ 2,50, com um metro ou mais de comprimento...

A loja fica em frente à praça da República, esquina com Senhor dos Passos...

Meia Luz nas Lâmpadas

Gente,

Existe à venda, mas é muito simples de ser feito...

Trata-se de um redutor de luz para economizar energia... só funciona com lâmpadas incandescentes! A luminosidade e o consumo caem pela metade, e a lâmpada ganha horas extras de vida!!! O ambiente permanece iluminado, porém, mai$ barato!!!

Basta colocar um interruptor duplo e um diodo retificador, que é um componente eletrônico simples e facilmente encontrado em lojas de material eletrônico.


Este aí é um diodo de 3 ampéres X 400 volts, isto é, suporta uma lâmpada de até 300 Watts... Custa R$ 1,50...

Aqui, o esquema elétrico...

A ) Interruptor duplo

B) O diodo colocado em paralelo

C) Um fio também em paralelo no outro contato

D) Os fios de contato para a lâmpada colocados normalmente num dos interruptores

Já na fase C)

Fase D)

Pronto, é só instalar na parede.

Ligando o interruptor onde estão os fios da lâmpada, a luz é total... ligando o outro, a energia passa pelo diodo retificador que impede a passagem da corrente em um dos seus ciclos... como a corrente é alternada, só 50% vai para a lâmpada...



Resultado Final da Secagem das Bananas



"resultado final da secagem das bananas... deliciosas!!!"
E os dados:

"Após um longo e tenebroso inverno... eis que acaba de sair minha primeira fornada de banana passa - e ficaram simplesmente maravilhosas. Acabei de retirá-las do secador e estão macias, cheirosas e dulcíssimas.

Como tivemos quase três semanas de dias luminosos porém um tanto quanto frios, o processo demorou mais do que eu imaginava. Alguns números que obtive:

Usei 30 bananas nanicas
Ao final de 27 dias colhi 1,5 kg de banana desidratada.
Na feira as bananas frescas custaram coisa de R$3,30"

Terça-feira, Agosto 17

Raris - uma alternativa muito mais barata...

Gente,

Esta é uma alternativa para quem gosta de Raris.

Para quem não sabe, o Raris é um composto de sete grãos da Uncle Beans que custa R$ 6,50 1/2 quilo no supermercado.

Não consegui encontrar no mercado os sete cereais, mas quatro básicos e que deram o mesmo resultado de paladar, a aveia, trigo e cevadinha em grão e o arroz integral cateto vermelho.

Todos juntos custaram R$ 7,10 e perfazem 4 quilos de mistura, portanto, R$ 1,77 o quilo contra R$ 13,00 do Ráris... (R$ 6,50 1/2 quilo). É uma diferença considerável...

Nós temos misturado quantidades iguais, mas issto pode ser planejado da forma que quiserem...

Modo de fazer:

Não difere em praticamente nada do Raris, apenas é necessário passar umas três águas no escorredor para lavar.

Faça um refogado com alho e cebola a gosto (eu uso desidratados, coloco com um fio de óleo e um pouco d'água), toste os grãos durante 1 minuto e despeje água fervendo na proporção 1 e 1/2 para 1, isto é, para uma caneca de grãos, 1 e 1/2 canecas de água. Adicione sal e deixe ferver em fogo bem baixo por 40 minutos e verifique se tem água. O tempo ideal de cozimento é de 1 hora.

Em casa usamos panelas de ferro que são ótimas para esta mistura. Boas também devem ser as de pedra ou barro.



Nesta foto aparecem outras coisas, como ervilha importada, castanha de cajú, triguilho para quibe e lentilha... Foram comprados na Casa Pedro, no Saara, RJ.

Pena, os sacos plásticos... perguntei a um dos funcionários, ele me disse que é exigência da vigilância sanitária... vou verificar...

Mil beijos,

Cristiano

Sábado, Agosto 14

Aproveitando Casca da Banana (Farofa)

Gente,

Infelizmente muito poucos se dão conta da importância de se aproveitar melhor os alimentos. Cascas de frutas e ramas de raízes e tubérculos podem ser aproveitados para um sem número de pratos conferindo-lhes melhor sabor e muito mais valores nutritivos. Um desses casos é a casca da banana...

Esta farofa é deliciosa e pode ser feita com ovos, refogado de alho e cebola, ou como desejarem...

Passo-a-passo:

Primeiro, lave as cascas e tire o bibiricalho.




Depois, corte-as em tiras finas...




Frite-as na manteiga até ficarem...



... escurinhas... e acrescente a farinha de mandioca...




Mexa até tostar a farinha, cuidando para não queimar...



Está pronta a farofa!!!




Experimente!!! E divulgue!!!

Abraços,

Cristiano

Quarta-feira, Agosto 4

Secador de Bananas

PessoALL,

Um Tutorial de Como Montar um Secador de Bananas.
Muito Interessante.
Dica de Nosso Amigo Johnny.



Foto Dica 1

(Produtos Usados: Tupperware Gigante, Grelha de Churrasco, Silicone, Aplicador
de Silicone, Rolo Silver Tape, Malha Fina de Silk Screen).

Foto Dica 2
(Detalhe do Encaixe da Grelha na Parede da Caixa)

Foto Dica 3
(Vista Lateral da Caixa)

Foto Dica 4
(Detalhe da tela de Respiro na Lateral da Caixa).

Uma dica importantíssima, que não fiz na minha caixa mas farei
assim que tirar esta primeira fornada: pintá-la ou revestí-la
de preto, pois isso vai otimizar muito o aumento da temperatura interna. Eu
comprei um rolo de silver tape preto, pois como o tupperware não é
pintável, vou revestí-lo com este adesivo, que é muito
resistente e lavável.

Para cobrir a caixa, você pode usar a própria tampa do Tupperware, ou, se desejar maior rendimento, use um filme plástico transparente. Lembre-se que esta cobertura é importante para criar o efeito "estufa", responsável pela temperatura acumulada no seu interior.

É isso Ae.

Abraço!

Terça-feira, Julho 27

Curitiba 'é exemplo de gerenciamento de áreas verdes'

Curitiba aumentou espaço verde de 1m²/pessoa para 51,5m²/pessoa
Curitiba, junto com outras dez cidades ao redor do mundo, foi apontada como um modelo de sucesso de administração de áreas verdes a ser seguido na Grã-Bretanha - onde foi inventado o conceito de parque público, em 1843.
O elogio a Curitiba foi feito pela Comissão para Arquitetura e Ambiente Construído (CABE, na sigla em inglês), que prestou assessoria para o governo britânico na redação do levantamento Is the grass greener...? Learning from international innovations in green space management (A grama é mais verde...? Aprendendo com inovações internacionais na administração do espaço verde).
Os britânicos, que aproveitaram os buracos no solo causados pelas bombas na Segunda Guerra Mundial para criar parques, foram buscar exemplos de cidades que enfrentaram dificuldades na área de urbanização e conseguiram superá-las.
A idéia é adaptar tais soluções para cidades da Grã-Bretanha, que, segundo a CABE, sofreram um "largo declínio e negligência" em suas áreas verdes nos últimos anos.

Semelhança
Para quem conhece espaços como Hyde Park, Regent’s Park ou Richmond Park, em Londres, é díficil acreditar que os parques ingleses estejam descuidados, embora, como informa o CABE, o investimento em parques na Grã-Bretanha tenha caído em 1,3 bilhão de libras (R$ 7,2 bilhões) desde 1979.
"Concordo que a qualidade dos parques em Londres é incrivelmente alta", disse Rachael Easton, pesquisadora da CABE, à BBC Brasil. "No entanto, enfatizamos também a necessidade de melhorar o espaço público no nível local."
Cidades pesquisadas pela CABE
Aarhus (Dinamarca)
Curitiba (Brasil)
Groningen (Holanda)
Hanover (Alemanha)
Malmo (Suécia)
Melbourne (Austrália)
Minneapolis (Estados Unidos)
Paris (França)
Tóquio (Japão)
Wellington (Nova Zelândia)
Zurique (Suíça)
Rachael afirma que o mais surpreendente na pesquisa foi ter encontrado nas 11 cidades problemas semelhantes aos enfrentados na Inglaterra.
Melbourne, na Austrália, por exemplo, conseguiu financiar o desenvolvimento e a manutenção de seus parques cobrando das propriedades comerciais, domésticas e industriais uma "taxa do parque", garantindo a receita para o espaço verde.
Em Wellington, na Nova Zelândia, um esquema de aprendizagem doméstica ajudou a treinar os funcionários dos parques e a desenvolver uma maior lealdade entre eles.
Já em Curitiba, diz Rachael, a principal dificuldade foi lidar com a pressão populacional. Desde os anos 50, a cidade viu sua população crescer substancialmente devido à migração rural.
Nos anos 70, a população chegou a um milhão de habitantes, e o espaço verde foi reduzido para 1m²/pessoa.
Com "disposição política, liderança, comunicação eficiente, marketing e educação ambiental", Curitiba conseguiu aumentar seu espaço verde para 51,5m²/pessoa.
Em Londres, atualmente, essa proporção é de 26,9m²/pessoa.
Hoje, destaca o estudo da CABE, Curitiba é chamada de "capital ecológica" e é "reconhecida no Brasil e internacionalmente como um modelo de administração urbana".
Solução
De acordo com Rachael, o sucesso da administração urbanista em Curitiba foi resultado de um processo de longo prazo.
Em 1966, a Prefeitura elaborou um plano para designar áreas de proteção ambiental que criou uma estrutura para a criação de parques, reservas de vegetação nativa, proteção de recursos de água e controle de enchentes.
Acima de tudo, Curitiba nos mostrou que a qualidade dos parques não está associada apenas à falta de investimento.

Rachael Easton, pesquisadora da CABE
Vinte anos mais tarde, foi criada a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que absorveu tarefas antes do Estado e do governo federal.
A Secretaria tornou-se "a agência mais influente do governo local graças a sua autonomia", e seu orçamento representa, de acordo com a CABE, 4% do orçamento total.
Outra iniciativa foi conscientizar a população sobre a importância dos parques públicos, o que reduziu atos de vandalismo. Com cidadãos mais conscientes, "os políticos, de todos os partidos, se comprometeram a objetivos ambientais".
Incentivos fiscais também ajudaram a aumentar as áreas verdes. O problema, agora, é como conservá-las, o que pode ser dificultado pela "falta de capacidade de monitoramento na Secretaria", aponta o relatório.
"Acima de tudo", argumenta Rachael, "Curitiba nos mostrou que a qualidade dos parques não está associada apenas à falta de investimento".

Adriana Stock

Um ano depois, rotulagem de transgênico fica no papel

Nenhum produto traz a advertência, prevista em norma; indústria diz que segue limite legal
São Paulo - Mais de um ano após a publicação das normas de rotulagem para alimentos transgênicos - ou que contenham ingredientes transgênicos -, não há nenhum produto à vista nos supermercados que traga essa indicação. No entanto, mais de 50% da soja mundial já é geneticamente modificada, incluindo grande parte da produção brasileira. Fica a dúvida: não há produtos rotulados porque não há transgênicos dentro deles ou porque não há fiscalização?
"Não posso colocar uma coisa onde não tem", defende o presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação, Edmundo Klotz. "Se tem, que provem", desafiou, em uma palestra recente sobre biotecnologia. Klotz não nega que muitos alimentos no mercado possam conter ingredientes transgênicos, mas garante que todos estão abaixo do limite de 1% estabelecido em abril de 2003 pelo Decreto 4.680, do governo federal. A avaliação, segundo ele, é feita pelo controle de origem dos derivados e por análises laboratoriais.
Quem quiser tirar a prova vai ter dificuldades. A começar porque não há, por enquanto, nenhum laboratório no Brasil habilitado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para realizar análises sobre a presença de transgênicos em alimentos.
A ausência de produtos rotulados não preocupa, por enquanto, o diretor-presidente da Anvisa, Cláudio Maierovitch Pessanha Henriques. "Os produtos que contêm soja transgênica hoje no mercado foram feitos com a safra de 2003, que foi anistiada pelo governo e não exigia rotulagem", explica. A Medida Provisória 113, depois convertida na Lei 10.688, diz que os rótulos nesse caso deverão informar sobre a "possibilidade da presença de organismo geneticamente modificado". Além disso, completa Henriques, do ponto de vista da segurança alimentar, não há indício de que os transgênicos possam trazer malefícios.
Desde março, entretanto, por determinação do Ministério da Justiça (Portaria 2.658), todo produto com mais de 1% de composição transgênica deve ser identificado com um triângulo de fundo amarelo. A responsabilidade sobre a fiscalização não é da Anvisa, segundo Henriques, mas recai sobre agências estaduais e municipais de vigilância, com a colaboração do Procon. "O que está colocado não é questão de risco à saúde, mas do direito de informação do consumidor", explica.
Matéria-prima
A única forma viável de rotular o produto final, segundo Klotz, é a partir da certificação da matéria-prima. Nesse sentido, cabe ao Ministério da Agricultura fiscalizar a produção no campo e garantir a segregação e certificação entre a soja convencional e transgênica. "Nossas máquinas não têm preconceito sobre o que vão esmagar", afirma Klotz.
Klotz ressalta que a soja, quando chega às empresas de alimentos, já passou por "pelo menos dois processos industriais", que praticamente apagam qualquer rastro de transgenia. "Não vai aparecer nenhum símbolo nos rótulos tão cedo, porque não trabalhamos com produtos, mas subprodutos, como lecitina, óleo e gordura de soja."

Quinta-feira, Julho 22

Sobre Sacolas Plásticas

Pessoal,

Segue mais um assunto para discussão, sacolas plásticas em supermercados!!! 
Eu vejo essa solução (conforme artigo abaixo) como uma mudança de problema:
ao invés de gerar plástico, geraremos papel.
Acho que não adianta!
Ao meu ver, o ideal seria cada um ir ao supermercado com a(s) sua(s) sacola(s), deixá-la guardada numa espécie de guarda-volumes (como era feita em mercadinhos de bairro pela nossa vovó) e, na saída, poderia ter até um fincionário responsável por buscar essas sacolas...no caso de hipermercados, colocar alguns caras de patins, para agilizar o processo...o que pensam sobre isso?! 
Que tal começarmos enviando um e-mail para as grandes redes de hipermercados e perguntar qual seriam os problemas de utilizar cada um sua sacola?
Acredito que seriam problemas políticos, por exemplo: como fica o fornecedor das sacolas?! E se cobrassem por elas, como já é feito em alguns países?  

Abraço.
Sandro  


Matéria:

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal rejeitou na última quarta-feira (7) o Projeto de Lei 1776/03, do deputado André Luiz (PMDB-RJ), que proíbe o comércio de fornecer sacolas plásticas para o transporte das compras.
As sacolas devem ser substituídas por embalagens de papel, com o objetivo de evitar os impactos ambientais gerados pelo uso indiscriminado do plástico, principalmente no que tange aos aspectos sanitários.
Segundo o relator da matéria, deputado Davi Alcolumbre (PDT-AP), a preocupação com o excesso de plásticos não-degradáveis é "digna de aplauso", mas a proibição do fornecimento de sacolas plásticas para acondicionar as compras não é a melhor maneira de resolver o problema.
A proposta já foi rejeitada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. O relator naquela comissão, deputado Rubens Otoni (PT-GO), argumentou que a melhor solução é taxar as sacolas e garrafas plásticas, exceto as fabricadas com material reciclado, a fim de desestimular economicamente o seu uso excessivo.TramitaçãoO projeto, que tramita em caráter conclusivo, segue agora para a Comissão de Defesa do Consumidor, onde, se também for rejeitado, deverá ser arquivado.
Se aprovado, será encaminhado ao exame da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.  (Agência Câmara)

Dica:

Para os montanhistas de plantão:   vcs já pensaram em ir ao supermercado, feira etc com mochilas?
Eu faço isso há anos!
Nunca precisei deixar a mochila em guarda volumes e nunca tive problemas, nem no Rio, nem em Teresópolis, onde moro hoje em dia...
Quando morava no Rio, eu não tinha carro e precisava ir às compras com mochila até para conseguir levar as compras para casa... com isso, praticamente não pegava saquinhos plásticos (parecemos et's para os caixas, que não entendem como vou levar tudo para casa ou vou colocar coisas sem plástico dentro da mochila!).  
Agora, em teresópolis, tive carro por um ano e, mesmo assim, economizava nos saquinhos... Vendemos o carro e agora ando de moto - inviável fazer compra se não for de mochila nas costas! é prático e ótimo... os embaladores devem me odiar, pois se todos fossem como eu, eles perderiam o emprego! ;-)  
Enfim, fica aí a sugestão: mochilas! tb é assim que levo meu lixo para reciclar...
Aliás, é assim que vivo há muitos anos...  

Helena

Quarta-feira, Julho 21

Fraldas descartáveis - um absurdo!!!



 
Um pouquinho sobre fraldas descartáveis...

Um dos mais terríveis descartes do homem, são as ‘fraldas descartáveis’, assim como os ‘absorventes íntimos’ (veja adiante aBIOsorvente). Além das matérias primas com que as fraldas são constituídas, elas vão para o lixo biologicamente contaminadas, isto é, com dejetos humanos. Como não são recicláveis por conta da ausência de uma legislação pertinente e também da mistura de diferentes materiais dificilmente separáveis, elas continuam indo para os lixões ocupando espaços inaceitáveis e contaminando os lençóis freáticos.

É muito difícil mudar o conceito de ‘conforto’ impingido pela sociedade. Embora as fraldas descartáveis não tenham ainda (no Brasil) quarenta anos de existência, hoje, para a maioria das pessoas, é impensável retornar às tradicionais fraldas de tecido de algodão. Só o fazem quando não podem mais suportar ver o desconforto e as dermatites de contato do bebê. Ou por ordem médica, já que um número significativo de crianças é alérgica às substâncias contidas na fralda descartável. Não se dão conta de que o ‘conforto’ é só para os pais, os bebês que se danem...

Observem a composição química das fraldas descartáveis anunciadas por um dos maiores fabricantes mundiais:

 
Composição: (segundo site da Johnsons & Johnsons - http://www.jnjbrasil.com.br/produto.asp?produto=222
 
Fibras de Celulose e Polipropileno, Filmes de Polietileno e Polipropileno, Adesivos Termoplásticos, Fios Elásticos, Fragrância, Flocgel® (Poliacrilato de Sódio).
 
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Estas são as substâncias que vão ser misturadas com dejetos humanos e são depositadas sine die nos lixões. As justifivativas comerciais estão neste site do BNDS, e mostram importantes resultados estatísticos. Vejam só uma pequena parte... 
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http://www.bndes.gov.br/conhecimento/setorial/is_g1_26.pdf

As fraldas descartáveis infantis (disposable baby diapers) têm crescente importância entre os itens de consumo da sociedade moderna. O índice de penetração desse produto no mercado (razão entre o número de usuários e o número de consumidores potenciais) varia conforme o país e/ou região: na Argentina é de 57%, no México 34%, enquanto nos Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão fica acima de 95%. No Brasil o índice de penetração é de 27%, considerando a população infantil brasileira de até 30 meses de idade, de 9,6 milhões de indivíduos.
As fraldas descartáveis são constituídas, basicamente, de uma camada de celulose especial de fibra longa – celulose fluff - correspondendo a 70/80% do peso da fralda, à qual é adicionada uma pequena porção de gel seco (5/10% do peso). Essa combinação é revestida internamente por um filme de transfer que impede o refluxo de umidade e que, por sua vez, é coberto por uma fina camada de nonwoven que entra em contacto com a pele do usuário. Um filme de polietileno dobrado e costurado-a-quente forma, então, o corpo da fralda que é finalizada com alguns acessórios, como rayon, velcro e adesivos.
Esses componentes são utilizados em quantidades e proporções variadas, constituindo diferencial para os produtos finais, ao lhes agregar qualidade e valor. Podem ainda ser adicionadas essências aromáticas e produtos para proteger a pele. Fraldas mais sofisticadas empregam quantidades menores de celulose e maiores de gel.
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No site da Resol encontrei abundante material sobre as conseqüências do uso e ambientais decorrentes das fraldas descartáveis. Vejam só um pouquinho...

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http://www.resol.com.br/curiosidades2.asp?id=1386
Para além de todos estes problemas graves, as frequentes "dermatites da fralda", devidas à humidade excessiva e prolongada e à falta de arejamento, sofreram um aumento com a crescente utilização das fraldas descartáveis. É que com a utilização de géis ultra absorventes, a segurança de que a criança não se vai sentir molhada, prolonga o tempo de mudança da fralda e, deste modo, o tempo de contacto com a urina, e a capacidade de absorção destes polímeros pode ser prejudicial por retirar a humidade natural da pele. (observem que o problema não está, na realidade, no uso de fraldas tradicionais, mas sim, nos processos de higienização) Contudo, parece estar provado que a utilização das fraldas tradicionais em infantários e enfermarias aumenta a proliferação de infecções, já que nestes casos, apesar de lavadas, as fraldas são usadas por mais do que uma criança. É por este motivo que muitas instituições exigem a utilização de fraldas descartáveis, o que se revela um problema para pais que optem por outra alternativa.

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De fato há circunstâncias em que o uso de fraldas descartáveis pode ser considerado "inevitável", mas, acredito que a maioria das pessoas que fazem uso ou já as usaram em seus filhos, se tivessem pesquisado um pouco, pouquinho, um tintinho assim, teriam descoberto que elas são muito mais caras do que pensamos. Elas não custam apenas aquilo que pagamos por elas nos supermercados ou farmácias... ambientalmente custam uma fortuna!!!

Posso dizer que minha filha, que hoje tem 11 anos, praticamente só usou fraldas de pano. Quando nasceu, ganhou de presente um pacote do qual deve ter usado umas cinco, durante uma viagem mais complicada. Quando deixou de usar fraldas, demos o restante do pacote para uma outra criança.

Eu mesmo me encarreguei de cuidar das fraldas. Cheguei a visitar alguns sites sobre o assunto e adotamos a seguinte fórmula:

- Mantínhamos no banheiro dois baldes com água e vinagre (meio copo de vinagre, baldes de dez litros pela metade). Um era do ‘cocô’ e o outro do ‘xixi’. Todas as fraldas usadas durante o dia iam para os baldes. Naturalmente que as bardalhocas (o cocô) eram jogadas na privada antes da fralda ir para o balde.

- Quando eu chegava do trabalho, à noite, pegava o balde do ‘cocô’, torcia as fraldas (por conta do vinagre não havia mal cheiro) e passava uma água no tanque. Deixava-as lá e jogava uma panela de água fervendo para esterilizar.

- Enquanto isso, enxaguava as fraldas do ‘xixi’ e juntava ambas colocando-as na máquina de lavar. Ao invés de detergente em pó, usávamos sabão de coco em pó. O tempo de lavagem era o menor e a quantidade de água em ½ porção.

- Tiradas da máquina, já centrifugadas, secavam durante a noite.

- Na manhã seguinte, dava uma passada com ferro quente frente e verso, rapidamente, e as fraudas íam para a gaveta para serem usadas novamente.

Com 40 fraldas, demos conta de dois anos e meio, tempo em que a Júlia precisou.

Na época, fizemos as contas – contando energia elétrica, sabão, gás etc. – e chegamos à conclusão de que economizamos mais de U$ 1,000 !!!!!

Pensem nisso!!!

Mil beijos,
 
Cristiano

Segunda-feira, Julho 19

EcoBucha - Continuação

Gente,

Passamos a adotar aqui em casa a bucha de banho para lavar louças e o sucesso foi absoluto!!!

Tem uma ótima durabilidade (podendo chegar a dois meses), é maleável, lava mesmo! e é acessível!

Na loja da Pça da República, 90, uma bucha com quase um metro de comprimento (ou mais) custa R$ 2,50. Acredito que possa custar mais barato em outros lugares...

Como um pedaço com 10 cm é o suficiente, dá para usar quase um ano por R$ 2,50!!!

A idéia é substituir a espuma de plástico para a lavagem de louça, diminuindo o lixo plástico...

Além disso, a bucha natural é muito mais higiênica, porque pode ser esterilizada com água fervendo - o que não acontece com as esponjas de plástico...





Experimentem!!!!

Sabão...

Estamos usando sabão de coco para a lavagem de louças. Funciona melhor do que sabão em pasta, custa menos da metade do preço e tem muito mais rendimento. Colocamos pedaços de sabão num pote plástico.

Agora, tem que ser sabão! Existe detergente em barra... procure no rótulo "lixívia", para ter certeza que é sabão!

Os detergentes líquidos são alquibenzenos, substâncias extraídas do petróleo com alto poder bactericida, o que para os sistemas de esgoto - principalmente as fossas - é um veneno!

Qualquer dúvida... requiao@uninet.com.br

Mil beijos,

Cristiano

Domingo, Julho 18

Água Mineral - reaproveitamento de PET

Gente,

Uma água mineral custa, no barato R$ 1,00...

Tenho andado na rua com um "cantil" numa pochete... deixo a garrafa pela metade congelando e depois acrescento água na temperatura normal... Fica gelada por pelo menos duas horas...

Os europeus, quando fazem turismo, usam isso direto....



Eu estou reaproveitando uma garrafa PET de água mineral que cabe direitinho nesta pochete...

Mil beijos,

Cristiano



Quinta-feira, Julho 15

Cafeteiras...

Galerinha da EcoDicas...
 
Estava conversando com o meu Amigo de Trabalho, o Zé Feitosa.Contou-me do caso de um outro Companheiro aqui na Empresa, que quebrou a cafeteira elétrica e no mês seguinte ele teve uma ótima economia de consumo de energia elétrica (quase os 25%).
Pesquisando sobre cafeteiras, na Net... Achei esses dados:(http://www.pea.usp.br/enerq/racionamento/pagina6.htm)
 
CAFETEIRA ELÉTRICA
Potência Média Watts: 600
Estimativa de Uso: 30 Dias / 1 Hora DiaConsumo
Médio Mensal: 18Kwts
 
Comparando com Outros Produtos:
 
COMPUTADOR/IMPRESSORA/ESTABILIZADOR 
Potência Média Watts: 180
Estimativa de Uso: 30 Dias / 3 Horas Dia
Consumo Médio Mensal: 16,2 Kwts
 
Percebemos o quanto de energia elétrica está sendo consumida,por um conforto que pode facilmente ser contornado.Vendo a 1 hora estimada por dia, acho que pode ser irreal, dependendo do caso.
Lá em casa, acordamos de manhã e colocamos a cafeteira para esquentar a água.
Passado o café, tomamos e esqueciamos de desligar a Bendita...
A mesma entrava naquele famoso recurso de "StandBy", onde mantinha a água aquecida.
Então... acabava ficando ligada mais que 1 hora por dia.
Percebendo isso, tinha que achar uma forma de substituir a cafeteira...
Sem o cafézinho nosso de cada dia, fica complicado... :)
Entra naquela questão do prático...
"Acordamos atrasado todos os dias, temos que sair correndo para trabalhar, não temos tempo..."
Fomos na Busca...
Algo de se só colocar o pó e a água...
Uma boa Solução e que Adotamos lá em casa são as cafeteiras italianas.
O café de cafeteira italiana é feito num bule especial de aço inox com três peças acopladas.
A água é colocada na parte debaixo e o pó na do meio.
O bule é colocado em seguida no fogo e, assim que a água começa a ferver, a infusão se processa.
O Café fica muito mais gostoso que os da Elétrica...
O preço desse bule está quase o mesmo das cafeteiras elétrica...
Faixa de 100 a 200 reais... dependendo do bule...
E é muito mais prático que as elétrica...
Não precisando de coador de papel...
Quem nunca viu uma cafeteira italiana, posso mandar umas fotos da qual comprei.
(Não consegui achar nenhuma foto na net).
Acredito que usando essa cafeteira, estaremos economizando muita energia...
É uma boa alternativa para quem está procurando uma cafeteira prática... 
  
Abraço,
Douglas Romero
 
P.S.: Mas - eu acho - o melhor café é aquele coado no pano...  

Quem tem Gatos?

Gente,
 
Não sou dos mais favoráveis aos animais domésticos... mas, quis o destino que eu herdasse um siamês de rabo em looping, o tolly e duas gatas de rua, a preta e a mimi... 
 
O quê acontece? Areia e ração para os três...
 
Fiz uma experiência com a areia e gostaria de passar para vocês.
 
Usei durante muito tempo a areia comprada, uma espécie de barro granulado absorvente. Cada saco plástico com 5 Kg custa R$ 3,00...
 
Passei a usar terra de obra no seu lugar. Cada saco com aprox. 20 Kg custa R$ 0,70...
 
Vantagens e desvantagens:
 
Areia especial:
 
Vantagem: é mais prático, absorve mesmo, principalmente o cheiro que é dose...
 
Desvantagem: é caro (com três gatos, então...), deve ser extraído de alguma mina de basalto e gera lixo plástico (saco). Nos lixões não deve ser legal, porque é impermeabilizante de solo.
 
Terra de obra:
 
Vantagem: é muito barato (a outra custa R$ 0,60 contra R$ 0,035 o kilo!!!), gera terra com cocô para as plantas. Nos lixões (para onde vai quando jogamos no lixo) o impacto ambiental deve ser muito menor do que a areia especial, que é impermeabilizante. Os sacos plásticos onde ela vem podem retornar para a loja de mat de construção para gerar outros sacos de terra, areia ou entulho.
 
Desvantagem: geralmente vem úmida e tem que ser secada no sol e peneirada (com a própria colher de tirar o cocô). Não absorve tanto quanto a outra e tem que ser trocada com mais freqüência.
 
Eu embrulho os dejetos com jornal velho, com a forma de um envelope. Colo com um pedaço de fita crepe para não abrir. Concluo: jornal é biodegradável e o conteúdo já é degradado... ;c) portanto, impacto mínimo...
 
Uma foto da caixa e do depósito de sacos de terra... (entregam em casa, eu compro dez por vez, R$ 7,00)




Como podem ver, eu guardo os saquinhos para devolver à loja...
 
Bem, fica como sugestão...


Por quê não consumir Tetra Pak?

As embalagens Tetra Pak são aquelas caixas de papelão que embalam o leite longa vida, extratos de tomate, leite condensado, sucos etc. Excepcionalmente práticas, protegem o alimento, são leves e fáceis de estocar. No entanto, podem se transformar em graves problemas ambientais quando simplesmente jogadas no lixo.
Para entendermos melhor é preciso ver que esta embalagem é constituída de seis camadas: uma de papelão, uma de alumínio e quatro de plástico (polietileno de baixa densidade). Esses três elementos são prensados à quente formando um único produto. Como são descartáveis, estas embalagens podem seguir dois caminhos distintos: o lixão ou a reciclagem.
A própria existência dos lixões representa um significativo impacto ambiental. Com a moderna tecnologia eles passaram a ocupar um espaço menor e a acomodação em camadas, mas, o lixo permanecerá lá por longos períodos como debaixo de um tapete, e de tempos em tempos terão de ser criados novos espaços para novos depósitos.
O ideal, portanto, seria que todo o lixo produzido por nós tivesse o destino apropriado: material orgânico para biodigestores, produzindo gás e adubo orgânico; inorgânico selecionado e reciclado, poupando energia e recursos naturais.
Embalagens de vidro, alumínio, ferro, papelão, determinados tipos de plásticos são recicláveis individualmente. Através da coleta seletiva do lixo ou da entrega voluntária eles retornam às indústrias. No caso das embalagens Tetra Pak isso não ocorre de maneira satisfatória. A reciclagem destas embalagens é complexa e depende de sistemas específicos de tratamento para a separação do papelão, do plástico e do alumínio. O escorço da Tetra Pak limita-se em parecer responsável ao indicar sistemas de reciclagem, porquanto isto só ocorre em 7 indústrias em operação no Brasil: em São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Pernambuco. Para um país de dimensões continentais, este número é insignificante. Isso quer dizer, portanto, que a grande maioria das embalagens acaba mesmo é de maneira inadequada, nos lixões.
No Rio de Janeiro, por exemplo – como na maioria dos demais Estados, não há um sistema competente para o recolhimento destas embalagens e a correta destinação. São recusadas pela maioria dos catadores porque há muito poucos compradores e o valor de mercado é muito baixo. Usa-las é ter praticamente a certeza de que ficarão enterradas por dezenas (ou centenas) de anos nos lixões do Caju ou de Gramacho. Além dos danos ambientais, imaginem o desperdício de papel, alumínio e plástico que isto significa!
Uma das formas que o cidadão pode protestar contra esta irresponsabilidade ambiental, é deixando de consumir alimentos embalados nessas caixas longa vida, ou, pelo menos, reduzindo ao máximo. Esta atitude, multiplicada, pode efetivamente exercer pressão para que as empresas passem a se responsabilizar pelos danos que elas causam.
Portanto, sempre que optar pelos sacos plásticos, enlatados ou frascos de vidro, ao invés das embalagens longa vida, você estará cooperando significativamente em favor do meio ambiente e da conseqüente melhoria da qualidade de vida.

Quarta-feira, Julho 14

Cocódromo (KaGaTor)

Para aqueles que acampam...

Para quem não está por dentro, é o seguinte: um dos maiores problemas dos ambientes naturais por conta da freqüência desenfreada de espécimes humanos ( ! ) é o cocô!

Parques nos EUA e Europa já exigem que os excursionistas carreguem na bagagem sacos plásticos apropriados ou tubos plásticos para acondicionar, digamos, o resultado final dos farnéis...

Em breve deverá haver esta exigência também no Brasil, pelo menos nos Parques Nacionais... o que é ótimo!

Eu fiz um desses que foi usado com absoluto sucesso na Serra do Cipo numa excursão de 4 dias. Eu e a Débora usamos esse tubo e despejamos depois na privada do hotel em Lagoa Santa, quando retornamos.

Para usa-lo é muito simples, há duas formas: o "djustimpleice", isto é, você abre o tubo e o coloca próximo à área de lançamento (não é difícil) ou leva uma pasinha, ou umas folhas de jornal para fazer o repasse da obra depois ...



Não dá para xixi, que também não é tão agressivo assim (ph 7,
estéril, etc).

Depois de colocar no tubo, polvilhe um pouco de cal virgem até cobrir com uma fina camada para esterilizar e interromper a decomposição evitando o mau cheiro. Lembrando, a cal virgem não causa impacto ao meio ambiente quando é despejada no sistema de esgoto, aliás, facilita o processo de purificação... mas, isso é outra história...

Em suma, polvilhado o cocô tal qual uma barata com inseticida, feche o tubo e lacre-o com fita crepe. Pronto, coloque-o na mochila (de boca para cima!) e tudo certo... despeje onde houver sistema de esgoto.

O tubo que eu levei (este da foto), para duas pessoas, quatro dias, serviu perfeitamente.... poderia até ser menor, talvez a metade. Não esqueça de levar um rolo de fita crepe, qu epoderá servir até para ajudar a fechar as embalagens de alimentos. Se desejar, dê algumas voltas de fita no próprio tubo...

Receita: tubo de PVC com 45cm de comprimento por 10cm de diâmetro, dois tampões. Vende em casa de material de construção. Cole apenas um dos tampões (dãaa....) com cola de pvc vedando completamente. O outro, você usa como tampa (dãaa...), passando uma ou duas voltas de fita crepe. A cal virgem também vende em casa de material de construção, custa 5,00 20kg (dá para pintar um quartel!), mas basta levar 200ml numa garrafinha plástica descartável.

Ah, o papel higiênico também vai para o pote!!!

Para lava-lo, um jato d'água, deixar escorrer, depois deixar de molho com um pouco de cal dissolvida (quatro colheres de sopa cheias)... como a cal é cáustica, i tubo fica limpo, pronto para outra...

Beijos a todos,

Cristiano

Dez Mandamentos para evitar consumir Transgênicos.

1º. Não há nenhuma segurança, ainda, sobre seus efeitos sobre a saúde das pessoas que os consumirem.
2º. Não há nenhuma segurança, ainda, sobre os efeitos sobre o meio ambiente, já que esses novos seres vivos não existiam antes na natureza, e são resultados de experimentos de laboratório.
3º. Não há nenhuma segurança, ainda, sobre os efeitos para a saúde dos agricultores que conviverem com essas sementes e estes produtos.
4º. As pesquisas de sementes e produtos transgênicos realizados pelas empresas visam apenas aumentar suas taxas de lucro e não melhorar o bem estar da população.
5º. Embora, os métodos de biotecnologia possam ser benéficos, não há nenhuma prova concreta de que as sementes transgênicas, por si só sejam mais produtivas e mais adequadas à preservação da natureza, do que as sementes melhoradas.
6º. Cerca de 97% das sementes transgênicas existentes no mercado tem sua utilização e produtividade casadas com o necessário uso de algum tipo de agrotóxicos: herbicidas, inseticidas, etc.
7º. Muitas sementes transgênicas possuem o componente "terminator" que as esteriliza para utilização de seus frutos como sementes. Obrigando os agricultores a comprar novas sementes a cada safra, ficando dependentes sempre da empresa fornecedora.
8º. O domínio da biotecnologia e o uso dos transgênicos está levando a um processo de controle oligopólico em todo mundo, das sementes por parte de apenas oito grandes grupos econômicos.
9º. Os agricultores perderão completamente o controle do uso das sementes e ficarão totalmente dependentes das empresas multinacionais.
10º. É possível ter sementes e alimentos sadios, em grande quantidade para toda população mundial, respeitando o meio ambiente, praticando uma agricultura saudável, sem depender de transgênicos. A fome existente no mundo e no Brasil não é decorrente da falta de alimentos, mas do modelo econômico concentrador de renda e de riqueza que impede muitas pessoas de terem acesso aos alimentos necessários para uma vida saudável.

Fonte: "Rede de Informações Ambientais" - www.ambientetotal.cjb.net


Geladeira

Gente,

Todos sabemos da obsolescência programada, isto é, do tempo de uso programado de um determinado produto em razão das necessidades do mercado (produção, compra e venda.

Há como driblar em determinados casos.

O trinco da minha geladeira Eletrolux fica no alto, a cerca de 1,40 m do chão. Qualquer um que abra a geladeira, à exceção dos jogadores de basquete, como o Michel Jordam com seus 2,14 m de altura, fará uma força para si e para baixo. Para nós, o vetor de força é inconfortável, mas para aos fabricantes da Eletrolux é ótimo!!! Puxando a porta também para baixo, acabamos forçando o eixo, fazendo com que em pouco tempo (menos de dois anos) a porta empene. Pior ainda quando se tem crianças em casa, que ainda se aproveitam da posição para dar uma "penduradinha"...

Percebi isso quando a luz interna parou de apagar. O empeno da porta estava tão significativo que não acionava mais o interruptor da luz interna.

O que que eu fiz? Comprei um trinco e coloquei na porta da geladeira na altura da cintura...

Resolvido o problema!!!

Curiosamente, o trinco original é grande, mais confortável e exposto...

No entanto, mesmo as pessoas que não se dão conta de que há dois trincos vão com a mão diretamente no menor que eu coloquei...

Geladeira aberta como antes... observe o ângulo do braço com a porta (a Amanda tem 1,5 m). Mesmo numa pessoa adulta, a força será sempre para baixo...


Agora, com o novo puxador...

Além disso, devemos evitar coisas pesadas na porta, como garrafas de água (exatamente o que os fabricantes de geladeiras recomendam!) frutas pesadas etc...

Mil beijos,

Cristiano